2 comentários:
De José Jorge de Alencar Pascoal a 10 de Fevereiro de 2013 às 14:43
Caro António Rei.
Também estudei no C.N.A em Tomar e fui interno dentro da época que esteve internado. Não sei se me conhece e se se lembra de mim com a alcunha LABUTA.
Abraço
De Anónimo a 6 de Setembro de 2009 às 21:06
Caro António Rei
Tenho seguido atentamente as narrativas e acho muito interessante o contributo. Para quem apenas esteve um ano no Quitexe, são novidades atrás de novidades, mas que com muito gosto vou absorvendo.
Conversei muitas vezes com o seu pai e numa das vezes o amigo tinha chegado para gozar férias no Quitexe. O colega que me acompanhava virou-se para mim e para o seu pai e disse referindo-se a si: Epá..., aquele ali vai todo catita! «É o meu filho!» respondeu o seu pai. O meu colega coçou na cabeça, um pouco atrapalhado!
Enfim, coisas sem importância mas que me vieram à memória.
Continue as suas narrativas porque são de facto muito interessantes. Por outro lado, fazem parte da História da Vila e é um privilégio lê-las contadas na 1ª pessoa.
Um abraço
António Casal

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