1 comentário:
De Arlindo de Sousa a 4 de Agosto de 2008 às 15:44
Estimado J. Garcia,
Lembro-me muito bem do apelido “Garcia” da sua família. Especificamente, em relação ao seu tio Alfredo Baeta Garcia, tenho uma vaga ideia (já lá vão quarenta e tal anos). Será que ele também ainda se lembrará do meu nome? De qualquer modo, tenho muitas recordações do Quitexe para lhes contar. O que farei oportunamente.
Até lá deixo um grande e fraterno abraço para si e para todos os amigos que amam o Quitexe e as suas gentes. Essa marca de amor pelo Quitexe também ficou gravada no meu espírito. É de tal ordem que quando o Quitexe sofre, eu sofro igualmente. Quando do Quitexe chegam boas notícias, como já está a suceder, sinto uma alegria imensa.
O que todos nós queremos é que o Quitexe e Angola cresçam, cresçam, cresçam. Entre muitos outros aspectos, em riqueza e em espírito. Os laços que nos ligam a essas terras são indestrutíveis e estou certo que, tal como já está a acontecer no presente, hão-de ser muito valorizados pelas gerações do futuro.
Um grande abraço,
Arlindo de Sousa
E.T. Se me demorar um pouco a responder não é por desinteresse. Por vezes, tenho de me ausentar durante alguns dias para locais onde não tenho acesso a este meio de comunicação.

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