Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Novas escolas no Uíge- Instituto Médio de Saúde e Instituto Médio Politécnico



Foto Angop  
Novo instituto médio de saúde no Uíge
 

Luanda, 26/02 – Um total de 720 novos alunos, na cidade do Uíge, foram enquadrados neste ano lectivo no recém-inaugurado Instituto Médio de Saúde, construído e apetrechado pelo governo, no quadro de um programa para diminuir o número de jovens fora do sistema de ensino.

Localizado na zona baixa da cidade, o empreendimento, o primeiro do género na circunscrição, foi erguido em finais de 2007, a cargo de uma construtora local e comporta 12 salas de aulas com capacidade, cada uma, de 30 alunos.

A instituição compreende um laboratório, quatro gabinetes, uma sala de professores, uma sala de conferência com 50 cadeiras, área administrativa, casa de guarda, uma biblioteca e uma quadra desportiva.


A instituição  irá ministrar apenas, numa primeira fase, o curso de enfermagem, o que já é um grande ganho para a província, visto que antigamente os jovens que optavam por esta especialidade eram obrigados a deslocar-se para as províncias de Luanda e Huambo.


Foto Angop  
Uíge terá novo instituto médio politécnico com capacidade para mil e 916 alunos
 

 Também um instituto médio politécnico com capacidade para 1916 alunos está a ser construído no município do Uíge no sentido de elevar número de estruturas da rede escolar na região e diversificar as opções de formação dos alunos.

As obras do empreendimento, com dois pisos, iniciaram em Agostos de 2007, a cargo de uma construtora chinesa, para a criação de 36 salas de aulas, cada com capacidade para 27 alunos.

Consta também do projecto, localizado a três quilómetros da sede municipal, numa área de 1 420 metros quadrados, seis laboratórios, um pavilhão gimno-desportivo, um refeitório, área administrativo, sala de professores, cinco gabinetes e uma residência para o director.

A conclusão das obras está prevista para Setembro deste ano.

O futuro instituto politécnico do Uíge irá ministrar vários cursos, com destaque para os de electricidade, mecânica e bioquímica.


No quadro do mesmo programa foram erguidos na circunscrição um instituto médio de saúde, com capacidade para 720 alunos, bem como estão em construção 149 novas salas de aulas e 56 escolas do primeiro, segundo e terceiro níveis.

Com 70 mil alunos matriculados neste ano lectivo, o município do Uíge conta com 98 escolas do primeiro, segundo e terceiro níveis, em 83 bairros. O número de professores controlados é de 2081.

Com uma superfície de 3.600 quilómetros quadrados, o município do Uíge tem uma população estimada em 366 mil 499 habitantes, divididos em 83 bairros.


publicado por Quimbanze às 18:59

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Joaquim Pinto de Andrade e Gentil Viana, dois dirigentes históricos do MPLA

Joaquim Pinto de Andrade e Gentil Viana, dois dirigentes históricos do MPLA, morreram este sábado. O primeiro em Luanda e o segundo em Lisboa, onde residia há vários anos

 

Faleceu no sábado, na sua residência do Bairro Azul, em Luanda, onde se encontrava há dias em coma, devido a doença prolongada, o antigo sacerdote angolano Joaquim Pinto de Andrade, que nascera em 1926 e fora um dos fundadores do MPLA, tendo sido por várias vezes detido a partir de 1960.

Formado em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, no ano de 1953, Joaquim Pinto de Andrade, que era irmão de Mário Pinto de Andrade, também fundador do MPLA, participou em 1956 no I Congresso dos Homens de Cultura Negra, realizado em Paris. O padre Joaquim Pinto de Andrade era uma personalidade de grande relevo na sociedade angolana nos anos 50. Nas suas homilias na Sé de Luanda, que eram ansiosamente frequentadas, ele abordava os problemas sociais, económicos e, de uma maneira velada, alguns aspectos políticos denunciando as situações de injustiça gritantes geradas pelo colonialismo.

Foi um dos promotores da campanha de apoio aos presos políticos e suas famílias, a qual contara com o suporte discreto do arcebispo D. Moisés Alves de Pinho e de Monsenhor Manuel das Neves, até à sua prisão. Foi preso em Junho de 1960, juntamente com grande parte do clero angolano com simpatias nacionalistas: Padres Alexandre do Nascimento, Martinho Samba, reverendo Vigário da Vara, Vicente José Rafael, Lino Guimarães e Alfredo Gaspar. Teriam sido denunciados à Pide pelo padre português António G. X.

Depois de preso, foi enviado primeiro para o Aljube em Lisboa, depois para a ilha do Príncipe e, mais tarde, para o Norte de Portugal, para um mosteiro onde, estes padres acusados de pertencerem ao MPLA, ficaram em prisão domiciliária.

Viria a abandonar o sacerdócio católico, para se casar com Vitória Almeida e Sousa, médica pediatra; tiveram dois filhos.

 Presidente honorário do MPLA em 1962, a partir de 1974 fez parte do grupo Revolta Activa, contrário à política oficial do partido que em 11 de Novembro desse ano assumiu a governação.

Mantendo-se, até há pouco tempo, activo na política angolana esteve ligado ao "fugaz" Partido Reformador Democrático (PRD), que obteve um resultado pouco expressivo nas eleições de 1992.

Foi durante umas férias em Portugal, em meados dos anos 90, que adoeceu com gravidade, tendo desde então passado longos períodos hospitalizado.

 

Igual modo devido a doença prolongada, faleceu  no Hospital da Luz, em Lisboa, onde residia há mais de três décadas, outra das figuras da luta pela independência de Angola: Gentil Ferreira Viana, 72 anos

Os dois "históricos" hoje falecidos estiveram entre os impulsionadores da tendência política Revolta Activa, no seio do MPLA, em que participaram também o irmão de Joaquim Pinto de Andrade, Mário - primeiro presidente do MPLA -, Carlos "Liceu" Vieira Dias, Maria do Céu Carmo Reis e outros intelectuais angolanos.

 

Esta tendência contestatária da liderança de Agostinho Neto procurava afirmar-se como "independente, plural, não engajada com nenhum dos blocos" em disputa em Angola no pós independência

Com a Revolta Activa afirmava-se então no MPLA a "Revolta de Leste", liderada por Daniel Chipenda, além do grupo leal a Neto. Em 1975, juntamente com muitos outros intelectuais do MPLA, Gentil Viana é preso e só dois anos depois conseguiria a liberdade.

Numa luta na prisão foi ferido com gravidade num olho, tendo ficado praticamente cego de uma vista.
Para a sua libertação terá  intercedido  pessoalmente o general Tito, o líder da então Jugoslávia, país que o acolheu logo após a saída da prisão.

 

Questionado sobre o seu destino de eleição, Viana acaba por se decidir por Portugal, onde se tinha licenciado em Direito nos anos 60, e mais tarde fugido - com outros intelectuais como o moçambicano Joaquim Chissano e o escritor Pepetela - para iniciar um longo périplo que o levaria a Paris, Gana, Congo Brazzaville, Argélia, China, e mais tarde para a guerrilha em Angola.

 

Divorciado de uma professora universitária moçambicana residente em Portugal, Gentil Ferreira Viana foi pai de cinco filhos, dois dos quais já falecidos e os outros três residentes em Angola.

 

Neto de um português, Viana voltou a Angola por duas vezes, depois de se estabelecer em Lisboa em 1977 - a primeira logo após os Acordos de Bicesse (1991) e a última há poucos anos.

 

"Era um conciliador, um homem marcante para quem o conheceu bem. É preciso saber honrar este homem que foi precursor do que há de mais profundo na política. Era respeitado por todas as sensibilidades, um grande amigo de Portugal e dos portugueses", afirma  Vítor Ramalho, seu amigo.

 

O corpo de Gentil Viana ficou em câmara ardente na Casa de Angola, em Lisboa, a partir das 16:00 de domingo. Na segunda-feira, o féretro segue para Luanda, cidade natal do político angolano, onde será sepultado.
A vida de Gentil Viana cruzou-se, em vários momentos, com a de Joaquim Pinto de Andrade.

 

O seu pai - Frederico Viana, filho de um português - e Pinto de Andrade "pai" foram ambos fundadores da Liga Nacional Africana, movimento político que nos anos 40 e 50 se afirmou como impulsionador da identidade africana nas então colónias.

 

 Texto elaborado a partir de "Génese do Nacionalismo Moderno Angolano" - Edmundo Rocha e artigos da "Lusa"

publicado por Quimbanze às 23:50

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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

O quitexe na guerra e no poema

Os Sons da Guerra

 

Moram nos meus ouvidos
tiros ensurdecedores
nos meus olhos mora o medo
do corpo dorido
do cheiro de carne queimada
em napalm
nos sítios de Quitexe
na estrada de Nambuangongo
na serra do Uíge, sei lá...
por onde andei vestido
de medo e de camuflado
de angústias intermináveis
dentro das noites
feitas anos
de dor e de porvir
sem qualquer sentido
mora nos meus olhos
a sede das nossas bocas
cercadas de incêndios
feitos de seco capim
e volta às narinas
o odor de carne assada
de quando em vez
bailam na minha mente
o baleado inocente
como se fosse soldado
com canhangulo treinado
e colegas tombados
na frente de tiros
certeiros
a noite chega e depressa
arrepia
quem acordado vigia
e depois não adormece
porque a floresta estremece
ao acordar em outro dia
e vem mais um tiro
para amedrontar o pelotão
encostado na mata escura
onde ninguém se vê
ainda que a um palmo
da nossa mão
sente-se a nostalgia
o medo e a cobardia
de tudo querer abandonar
porque a guerra vai demorar
vejo cubatas incendiadas
e gente a fugir depressa
das bombas que os Efes
vão certamente largar
no alto do monte
um capitão "turra"
dá ordens para atirar
são mais de cinquenta
com armas de metralhar
é o inferno a chegar!
projécteis passam
pelas nossas cabeças
durante horas sem parar
tinha morrido
pela calada da noite
um homem
que quis passar
na picada armadilhada
Santo Deus, já não podemos voltar!
tantos cenários
moram nos meus olhos
tantos sons armazenados
tantos cheiros retidos
tantos medos vividos
que hoje não os sei contar
afinal porquê
para quem
se a guerra não vai acabar?

Adriano Pinho

Retirado daqui

publicado por Quimbanze às 10:09

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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Carnaval de 2008 no Uíje - atribuído o terceiro lugar ao grupo Anadak do município do Quitexe

Ao grupo Anadak do município do Quitexe  foi atribuído o terceiro lugar da edição 2008 do Carnaval no Uíje, que decorreu terça-feira, 5, no largo defronte ao Palácio da Justiça, merecendo por isso um prémio de 150 mil Kz.

Ler + em quitexe-noticias.

publicado por Quimbanze às 15:58

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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Militares sepultados no Quitexe até 62

 

 

Joaquim de Sousa Oliveira, soldado do Esq. Cav.122 (28.8.61)

 

Joaquim Neto Pedra, soldado da Cª. Caç. 89 (14.9.61)

 

João Manuel Gonçalves, Guarda da PSP (3.10.61)

 

Manuel da Conceição Curado, soldado  Cª. Caç. 89 (10.10.61)

 

Dorvalino Jacinto da Paiva Pacheco, furriel mil. Cª. Caç. 89 (28.11.61)

 

António Martins Dias, soldado da Cª. Caç. 89 (1.2.62)

 

                                     QUITEXE, 15 DE MARÇO DE 1962

 

 

 

No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.

.

Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.

.

Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho unico, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»

.

Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.

.

De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.

.

Lá longe, em casa, há a prece:
“Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe

.

Fernando Pessoa

publicado por Quimbanze às 19:00

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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Cemitério

Trago hoje duas fotografias de lápides que existiam no cemitério do Quitexe e que evocavam, uma, os mortos no dia 15 de Março de 61 e a outra os militares portugueses, todos sepultados naquele cemitério. Estas fotografias foram retiradas do site http://ultramar.terraweb.biz/, não estando identificado o seu autor, a quem agradeço.

 

O que mais impressiona são as crianças!

Laura de Jesus Soares da Ressureição - 4 anos

Luiz Osvaldo Fernandes Corrente - 5 anos

José Manuel Cebola Guerreiro - 6 anos

José Luiz dos Santos Albuquerque - 7 anos

Humberto Romano de Freitas Silva  - 8 anos

Maria Emília dos Santos Albuquerque - 9 anos

Ilda dos Prazeres Soares

Adelina (?) da Conceição das Dores Teixeira Fernandes

Umbelina dos Santos Carmo

Joaquina de Jesus Guerra Borges

Maria Coelho Guerreiro

Maria Cesaltina Pires Ferreira

Esposa de António Mendes

Mário da Ressureição

Carlos Taylor Corrente

Manuel Maria Gurreiro Mendes

Henrique do Nascimento Pires

José Poço

António Mendes

 

 

Vieram morrer tão longe da sua terra!

publicado por Quimbanze às 21:45

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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Nostalgia

Há dias recebi umas fotos da casa, ou antes, das ruinas em que se transformou a casa construida pelo meu Pai na Fazenda Quimbanze. Hoje, ao ler um poema de Costa Andrade, revi, claramente essas imagens:

Terra Autobiográfica

A

Não existe mais
A casa onde nasci
Nem meu Pai
Nem a mulemba
Da primeira sombra

Não existe o pátio
O forno a lenha
Nem os vasos
E a casota do Leão

Nada existe
Nem sequer ruínas

Entulho de adobes
E telhas calcinadas

Alguém varreu a fogo
A minha infância
E na fogueira
Arderam todos os ancestros

B

A estrada é um matagal
Gretado
Não leva ninguém mais
Às minhas referências

Elas restam
Onde persiste
A memória apunhalada dos meus olhos

Mesmo as pedras tumulares
Dos antigos sobados da Emanha

Não bastam para esquecer
As quarentas labaredas dos seus corpos fechados
No armazém-forno de zinco
Tábuas de loncha e adobes rebocados

De fora disparava a noite
Aos tambores de combustível
Diante da porta e das janelas gradeadas
Armazém transformado
em crematório

Os
galos
em silêncio
Ouviam

Outros
galos cantavam a metralha

(...)

Fernando Costa Andrade - Terra Gretada
Edições Chá de Caxinde, 2000

 

Convidei o Sr. Vanzeler a entrar em casa que era nova, apenas tinha sido habitada dois anos. Estava totalmente igual ao dia em que a minha mulher e os meus filhos a abandonaram. Como saíram com a roupa que tinham no corpo até essa lá estava nas gavetas, e o pessoal do Ambuíla, quando assaltou a casa, também nada levou, apenas procuraram armas, que não tinha. Mostrei-lhe a casa que era grande: 5 quartos, sala de jantar e duas salas de estar, varanda e jardim à volta. Dali avistava-se, ao longe, a Serra do Quimbinda, do lado direito as terras da sanzala do Ambuíla e, mais ao fundo, a serra do Cananga; do lado norte, a serra do Quitoque, no sopé da qual estava localizada toda a plantação de café – 5 Km de frente por 2 Km de fundo; a nascente, a povoação do Quitexe e a serra do Quibianga.

João Nogueira Garcia - Quitexe 61 Uma Tragédia Anunciada

 Casa da Fazenda

 O Tózé no lago junto à casa

 Os armazens

 O Fortim

 Embrulhado na selva ainda resiste em pé

 A vingança da selva! Depois de desbravada e derrotada mandou as árvores subirem acima das paredes em ruína para melhor alcançarem o Sol.

 Já foi o interior de um quarto, ou seria da sala?

 Aqui era o secador de café

 Plantação de café - anos 70

 Actualidade


publicado por Quimbanze às 22:36

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